Aventura Solidária

A Aventura Solidária é um projeto de viagens solidárias da AMI, que possibilita aos participantes co-financiar e participar num projeto de desenvolvimento concreto, para além da realização de atividades de lazer sugeridas e organizadas pelas populações locais. Estas viagens são demonstrações genuínas de grande riqueza cultural, numa mistura de crenças, fé e rituais ancestrais onde os amantes da aventura aprendem a respeitar, a cooperar e a viver diferenças culturais e a conhecer a autenticidade de um país.

Datas das próximas Aventuras Solidárias:

Senegal (Réfane): 02 de novembro a 11 de novembro 2018
Guiné-Bissau (Ilha de Bolama – Arquipélago dos Bijagós): 29 de novembro a 09 de dezembro 2018

 

Para saber mais informações contacte-nos para o e-mail: [email protected]

Se preferir preencha o formulário de contacto.

 

No início de 2018 o projeto Aventura Solidária conquistou o Prémio Cinco Estrelas para o melhor projecto de Responsabilidade Social. Os resultados obtidos nos testes e estudo de mercado permitem afirmar que a Aventura Solidária é um projeto considerado pelos consumidores como muito bom.

Ser um membro da Aventura Solidária é participar num trabalho que visa melhorar a saúde e  as condições de vida das comunidades locais, fomentando a ideia de que cada sociedade se pode empenhar no seu próprio desenvolvimento. Ao executar a tarefa para a qual foi designado, cada aventureiro contribui para promover a sustentabilidade dos projetos desenvolvidos pela sociedade civil local, ajudando, ao mesmo tempo, a criar empregos e fixando populações, evitando assim a migração para os centros urbanos cada vez mais pobres e sobrelotados.

Quando as férias terminam, em vez de mapas, guias e bilhetes de entrada em monumentos há, para recordar, a memória de ter partilhado a vida de outras gentes, a certeza de que se contribuiu para uma causa maior em prol de quem realmente vai tirar partido dela e a sensação de que se fez algo de único.

 

Quem beneficia da Aventura Solidária?
Cada aventura é planeada em parceria com a Organização Não-Governamental local, com o objetivo de concretizar projetos que tenham um impacto positivo e dêem um contributo válido e sustentável ao desenvolvimento da população local.

1º A população local:

  1. a) Criação de empregos contribuindo para a fixação das populações.
  2. b) Melhoria das condições de vida mediante a realização do projeto que servirá a comunidade local diretamente.

2º O Aventureiro

É uma experiência que fomenta o trabalho em equipa, o envolvimento com a comunidade local e o conhecimento de um país e da sua cultura.

3º A AMI 

Constitui mais uma forma de angariação de fundos para concretizar projetos.

Quem pode participar?
A Aventura Solidária destina-se a adultos ou menores a partir dos 16 anos devidamente acompanhados pelos encarregados de educação, desde que reúnam condições de saúde para partir. Não há idade máxima.

Condições de participação e seleção:

Reunir condições físicas e psicológicas para partir na Aventura Solidária, não sendo possível receber pessoas portadoras de doenças crónicas (cardíacas, respiratórias e metabólicas), músculo-esqueléticas e reumáticas ou doenças do foro psicológico e psiquiátrico.

Predisposição para aceitar novos desafios e capacidade de adaptação a realidades difíceis.

A seleção não depende das competências individuais já que as tarefas desempenhadas serão as mesmas para os vários Aventureiros. O critério de seleção baseia-se na ordem de chegada das respostas.

Como é feita a inscrição?
Para cada Aventura Solidária existe um número limitado entre 12 a 14  vagas. Após o envio do email de interesse em participar, será efetuada a pré-inscrição de acordo com o destino pretendido. Para garantir efetivamente a inscrição, deverá efetuar o pagamento do valor correspondente ao financiamento, dependendo do destino.
Qual é o programa da viagem?
A Aventura Solidária tem a duração de 9 dias/8 noites, sendo que, nos primeiros dias, 4 horas diárias serão dedicadas ao desenvolvimento de trabalho de cariz voluntário (na reabilitação de estruturas ou outro tipo de implementação, a definir em cada uma das aventuras). Normalmente, são efetuadas pinturas, limpezas, colocação de material para funcionamento das estruturas, ou workshops, entre outras atividades. Após o término do projeto, o mesmo será inaugurado com a presença de todos os participantes e população local.

Os restantes dias são ocupados com atividades de carácter lúdico e cultural, variáveis em função do país, e nas quais se enquadram as seguintes: convívio com as  populações locais, visitas a locais de interesse, apresentação de danças tradicionais, workshops de artesanato, caminhadas, entre outras.

Onde ficam alojados os Aventureiros?
Cada país possui uma tipologia diferente de alojamento. Os Aventureiros podem ficar alojados em casas e/ou tendas. Todavia, o alojamento é rudimentar, tendo condições semelhantes às vividas nas missões humanitárias da AMI.
Qual é a preparação necessária?
Antes da partida, os Aventureiros recebem um briefing da aventura com todas as informações úteis e são, ainda, convidados a estarem presentes numa Sessão de Esclarecimento para conhecerem o grupo de Aventureiros, a Equipa AMI e esclarecer dúvidas.

No final de cada aventura é solicitado aos Aventureiros uma opinião sobre a experiência, através do preenchimento de um questionário individual. As  sugestões e testemunhos são fundamentais para constante melhoria do projeto.

Onde são realizadas as Aventuras Solidárias?
Senegal: Réfane, uma comunidade a 130 km de Dakar (capital do Senegal), com cerca de 22.000 habitantes, constituída por pequenos aglomerados rurais.

Brasil: Município de Milagres, situado no Estado do Ceará, a 485 km da capital do Estado, Fortaleza, com cerca de 31.643 habitantes.

Guiné-Bissau: Ilha de Bolama, localizada no Arquipélago de Bijagós, com cerca de 9.000 habitantes.

Como é aplicado o financiamento?
Tratando-se de um projeto desenvolvido em conjunto com Organizações Não Governamentais parceiras, que realizam o seu trabalho junto de comunidades desfavorecidas, torna-se necessário o apoio para a sua concretização.

Assim, o Aventureiro financia um projeto específico, tendo depois a oportunidade de o terminar pessoalmente e de participar na cerimónia de inauguração. Isto é, o valor relativo ao financiamento (ao qual corresponderá a emissão de recibo de donativo dedutível nos impostos, majorado em 40%) destina-se à realização do projeto local, no qual os Aventureiros vão participar.