Lançámos a primeira pedra das novas instalações da AMI

O lançamento da primeira pedra das novas instalações da Fundação AMI teve lugar no dia 3 de dezembro às 15h00, no terreno sito entre as Ruas de S. Gabriel e S. José, no Bairro de S. Miguel das Encostas, em Carcavelos. A cerimónia foi presidida pelo Presidente da Câmara de Cascais, Dr. Carlos Carreiras, a convite do Presidente da AMI.

O empreendimento inclui várias valências sociais como uma unidade de cuidados continuados com capacidade para 40 camas e área de fisioterapia, uma residência sénior com capacidade para 62 pessoas e uma unidade escolar com creche e escola pré-primária para 88 crianças.

As novas instalações irão ainda albergar, para além da nova sede, uma unidade cultural com auditório com capacidade para 300 lugares, átrio para exposições, área museológica, biblioteca, sala de formação e restaurante.

Para o presidente da AMI, Fernando Nobre, “com o lançamento da primeira pedra das novas instalações e equipamentos, a Fundação de Assistência Médica Internacional está determinada em aumentar a sua capacidade operacional na prossecução da sua ação humanitária em prol dos seres humanos em Portugal e no Mundo como tem feito e demonstrado há já 34 anos.

Perante os desafios globais e nacionais que se avizinham, nomeadamente climáticos, migratórios, conflituais e de envelhecimento em Portugal e no Mundo, a Fundação AMI está decidida e confiante em complementar as suas respostas no sentido de melhor agir, mudar e integrar, para que não fique ninguém para trás.

Este projeto, com todas as suas valências, pretende dar respostas concretas a necessidades reais da população portuguesa assim como reforçar a sustentabilidade social, cultural, económica e financeira da Fundação a fim de melhor enfrentar o futuro incerto que rapidamente se aproxima.”

Para o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras “Reconhecer o extraordinário trabalho humanitário e solidário do Dr. Fernando Nobre e da AMI é uma questão de justiça. Que o possamos fazer em Cascais, com o reforço da presença da AMI, não é apenas uma excelente notícia. É mais uma forma de, num tempo de fluidez, vincarmos a perenidade dos nossos valores humanistas.”